O final da 3ª temporada de “Silo” resolve parte dos mistérios apresentados pela série, mas também abre novas possibilidades para a história. Algumas delas envolvem a duração do projeto, a origem de Juliette e o destino dos demais silos.
O projeto foi planejado para durar 500 anos. As cabines de criogenia preservam pessoas durante longos períodos, mantendo-as disponíveis para os diferentes ciclos do projeto. As informações associadas a essas cabines permitem dimensionar há quanto tempo ele está em funcionamento. Na época de Juliette, cerca de 350 anos já haviam passado.

Como Helen foi parar no Silo 18 no início do isolamento e estava grávida de Daniel, a história dos dois pode estar ligada à origem de Juliette. A teoria é que Helen e Daniel sejam antepassados da protagonista.
Os monitores do Silo 1 também dão uma dimensão do projeto. Eles mostram os 50 complexos construídos, embora apenas alguns apareçam iluminados. A imagem levou à teoria de que somente sete silos continuariam ativos. Porém, há quem considere que os silos sinalizados sejam apenas aqueles que enfrentam algum problema, como uma rebelião.

A porta submersa encontrada por Juliette também pode ter uma função maior na história. Uma possibilidade é que ela conecte o Silo 18 ao Silo 1 ou a outros silos.
O paradeiro de Per Stenson, que financiou o projeto, é outra questão em aberto. Uma das teorias é que ele esteja ligado a um silo particular. Também existe a hipótese de que os próprios fundadores tenham provocado o ataque nuclear que levou à ativação do projeto.
Por fim, a série ainda permite uma interpretação mais ampla sobre o mundo exterior. O restante do planeta pode estar habitável, enquanto o experimento se concentra na região dos silos. Nesse cenário, o controle aéreo mantido sobre a área poderia ter relação com o isolamento do projeto.
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