Cassidy Curtis, do Google Spotlight Stories, destaca uma mudança fundamental na narrativa em RV: a transferência do controle do que é mostrado na tela. Diferente do cinema tradicional, onde o diretor dita exatamente o que deve ser visto através do enquadramento, na realidade virtual o espectador decide para onde olhar, transformando o filme em um “espaço vivo” de exploração livre.
Essa liberdade obriga a história a se adaptar ao ritmo do público. A ação principal muitas vezes precisa “esperar” até que o espectador foque no personagem certo, exigindo uma nova lógica de tempo e encenação.
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